Porque é necessário estudar Teologia?

Porque é Difícil - Mas Necessário - Estudar Teologia?

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A vida cristã é um caminho que deve ser percorrido tendo com base os fundamentos da Palavra de Deus. Por isso, é necessário estudar Teologia. É urgente a necessidade que temos – mesmo que não admitamos – de saber mais e melhor sobre o Deus que servimos. De conhecermos com mais profundidade a sua vontade para nossas vidas. De compreendermos com mais clareza os segredos que nos foram revelados na Palavra.

Sem conhecimento, o cristão continuará aquém de tudo aquilo que Deus preparou para ele. Independente do chamado ou do ministério que o cristão desenvolva dentro do contexto do Reino de Deus, sem conhecimento, ele nunca poderá avançar o suficiente na sua excelência e nos resultados que ele poderia obter com conhecimento.

Infelizmente, por isso, muitos de nós reclamamos do que colhemos, pois esperávamos uma colheita maior. Mas, faltou-nos o conhecimento suficiente e necessário durante a plantação.

Diante disso, muitos cristãos têm desenvolvido algumas justificativas – até mesmo injustas com sua própria realidade – que são consideradas como razoáveis, para se eximirem da importância e da necessidade dos estudos teológicos.

Justificativas para não estudar Teologia

O Paradoxo da Teologia

Muitos cristãos estabeleceram uma idéia paradoxal de que estudar Teologia é questionar a pessoa de Deus e a sua Palavra, simplesmente, porque a Teologia como “ciência” tem a proposição em si mesma de perguntar, questionar, analisar.

E, sim! A Teologia questiona sobre Deus e sobre as suas obras, porém, não no sentido de “duvidar, de lançar em descrédito” os temas relacionados a Deus e à sua Palavra.

O questionamento da Teologia é com o fim último de compreendê-lo e percebê-lo com mais clareza a partir das nossas capacidades limitantes.

Por exemplo, Tomé creu apenas quando viu Jesus. E Jesus retruca a sua posição de fé como algo que não condiz com o que Deus procura em seus seguidores. Exatamente por isso, Jesus fala que “mais abençoados” são os que não viram e creram, pois os tais tem o objetivo de fortalecer a sua fé através da busca constante de compreender sobre Deus.

A Controversa da Finalidade da Teologia

Outra razão recorrente para muitos não estudarem Deus é que alegam ser a Teologia uma tentativa de dissecar Deus e compreendê-lo estruturalmente.

Porém a Bíblia nos afirma objetivamente que Deus é espírito, ou seja, não é uma pessoa humana. Embora ele tenha personalidade e, por ter personalidade, ele tem pessoalidade. E tendo pessoalidade, possui atributos.

Dessa forma, é necessário entendermos que a Teologia, não busca conhecer Deus em sua composição – pois isso é impossível – mas em seus atributos, pois os tais estão disponíveis ao nosso conhecimento – e definem e demonstram a personalidade e pessoalidade de qualquer ser.

Por exemplo, como podemos saber que Deus é amoroso ou verdadeiro? Simples! Por existir nEle tanto a bondade quanto a verdade.

O Esfriamento da Fé

Essa é uma afirmação corriqueira no meio cristão. Até, parece, em determinadas situações, estarmos vivendo no contexto da Idade Média, onde a liderança da Igreja estabelecia os textos e livros que podiam ser lidos, pois alguns eram o estopim para o abandono da fé, a exemplo da própria Bíblia.

O interessante é que tanto na Idade Média – quanto hoje – a bem da verdade, é que os estudos teológicos são prejudiciais á alguns ensinamentos inseridos na igreja, com o objetivo de ludibriar a fé dos seguidores de Cristo. Para evitar essa contraposição, estabelecem que o problema não são os falsos ensinos, mas o aprofundamento da fé.

Conexão Entre Teologia e Filosofia

Muitos cristãos associam os benéficos estudos da Teologia com os, em parte, maléficos estudos da Filosofia. E é verdade que filósofos de todas as épocas e lugares, tentaram denegrir e desacreditar a Fé Cristã, mas em detrimento disso, temos uma recorrência de filósofos que contribuíram muitíssimo para o desenvolvimento e sistematização da Teologia.

Devemos, claro ter o cuidado de analisarmos tudo, mas sempre retendo o bem.

Como já foi dito: “A verdade de Deus é verdade em qualquer lugar.”

O Ritmo da Vida Moderna

É notória a correria que a modernidade impôs a toda a humanidade. E os cristãos não estão fora dessa corrida contra o tempo. Porém, mesmo com todo o frenesi da vida atualidade, é claramente possível nos determos nos estudos e meditação contínua da Palavra de Deus.

Na verdade, nosso grande problema na maioria das vezes é FOCO. Nós focamos no que é urgente e esquecemos-nos do que é importante.

Quando invertermos essa posição das prioridades, certamente teremos o tempo e o resultado que tanto desejamos e não continuaremos reclamando da aparente indisponibilidade para os estudos.

A Utopia da Prática Teológica

A utopia da prática teológica é desenvolvida quando nosso ponto de partida não é o nosso próprio desenvolvimento, mas o padrão de desenvolvimento do próximo.

Isso pode ser um olhar abençoador quando, ao olharmos para a prática teológica e ministerial do outro, nos incentiva a iniciarmos também a nossa jornada, almejando alcançarmos o nível já alcançado por aquele que observamos.

Todos nós temos os nossos exemplos cristãos que seguimos e desejamos imitá-los. São pastores, líderes, escritores, teólogos, professores, etc. Não que se igualem ao nível do exemplo de Cristo, mas que igualam-se ao nível da nossa realidade existencial e, por isso os tomamos como exemplo de vida cristã, ou ministerial, a serem imitados.

Porém, tudo isso, cai por terra, quando olhamos tais exemplos, não por desejo de acompanhá-los, mas de forma passiva, tornando-nos inertes e bloqueados por nossos próprios pensamentos de que nunca conseguiremos alcançar o nível deles. Por isso a melhor decisão seria desistir antes de começar.

A pergunta que fica é: será se aqueles que nós olhamos e os admiramos, não admiraram alguém um dia e desejaram alcançar tal desenvolvimento, mas nunca alcançaram – ou nunca alcançarão?

Pensemos nisso. Da mesma forma que desejamos um nível de desenvolvimento e resultados, aqueles que observamos também desejam. E pode ser que eles ainda não tenham alcançado e nem alcançarão.

Todos têm limitações que lhes são próprias e – algumas vezes – as escondem para não parecerem mais limitados do que realmente aparentam ser.

O Desafio da Aprendizagem Acelerada

Ninguém aprende no mesmo ritmo que o outro. Cada pessoa tem suas próprias limitações. Por isso, o apóstolo Paulo, nos aconselha não pensarmos de nós mesmos além da graça que Deus nos concedeu, pois só podemos ir até onde nosso ritmo e limitação nos possibilita.

Sejam quais forem essas limitações, estamos sob essa imposição e não temos como ultrapassá-las – salvo se ampliarmos o nosso limite.

Dessa forma, é interessante observarmos que essa limitação somente é reajustada a partir de uma maior quantidade de conhecimento adquirido. Ou seja, quanto mais conhecimento e habilidades adquiridas, menos limitações nós teremos.

Quanto mais aprendemos, menos dificuldades de aprendizado nós teremos. E a prática contínua e obstinada desse aprendizado, pode nos levar até mais distante do que aqueles que admiramos. É fato.

Finalmente, chegamos a uma das maiores dificuldades no estudo teológico – e sempre utilizada como justificativa para não estudar.

A Falsa Compreensão da Ação do Espírito no Homem

Muitos acreditam piamente – ou porque foram ludibriados por negociantes da fé ou amantes de si mesmos – que a ação de esclarecimento que o Espírito Santo exerce sobre o homem e a mulher de Deus é totalmente à revelia da ação de estudo e meditação imposta ao homem.

E isso é uma “armadilha espiritual” coloca em nossa frente dia após dia. Todos que acreditam desta forma, mais cedo ou mais tarde, terminam em prejuízos nos resultados que almejavam alcançar.

Como é claramente exposto nas páginas da Bíblia Sagrada, a busca por conhecimento claro e aprofundado sobre parte do homem é um imperativo – e uma necessidade – dada pelo próprio Deus ao homem, logo na sua concepção. E isso e delineado logo nos primeiros capítulos do livro do Gênesis.

No início da atividade intelectual do homem, ocorreram ações que demandaram muito estudo, análise, desenvolvimento de habilidades. Em todo o decorrer do Texto Sagrado, o homem é levado a buscar conhecimento contínuo, profícuo e que gere resultados para ele e para a sociedade onde ele está inserido.

Com o cristão não é diferente. Nós temos um imperativo sobre nossas vidas de busca constante de conhecimento do Senhor, como forma de contribuirmos ativamente no crescimento do Reino de Deus.

Então, como o Espírito Santo atua no homem?

Agora, vejamos, porque é um erro crê que o Espírito Santo é o único responsável por nos esclarecer a Palavra de Deus, nos eximindo da responsabilidade dos estudos, meditação, análise e sistematização daquilo que depreendemos do texto.

  1. O Espírito atua na mente do homem quando o mesmo já conhece sobre o assunto.
  2. O fato de Cristo nos informar que o Espírito nos lembraria daquilo que precisávamos saber, deixa claro que essa lembrança refere-se a algo que já conhecíamos, mas que estava indisponível à clareza da nossa mente em algum momento necessário, sob determinadas circunstâncias de esquecimento.
  3. O Espírito Santo nos dá a palavra que precisamos, quando não a temos de forma oportuna.

Essa é uma verdade, mas que não coaduna com a verdade que muitos alegam. O Espírito Santo trabalharia na mente daqueles que já haviam tido contato com Cristo, com a mensagem de Cristo, com os ensinamentos de Cristo. Com aqueles que já haviam sido ensinados por Cristo sobre as coisas do Reino de Deus.

A despeito do Espírito nos dá a palavra no momento oportuno, não nos induz ao pensamento de que os discípulos não tinham qualquer palavra para aquele determinado momento, mas, que o Espírito lhes concederia uma palavra mais oportuna para o momento.

O Espírito Santo e a responsabilidade do estudante da Bíblia

É comum enfrentarmos situações das quais depois nós pensamos: “Porque eu não falei de forma diferente, pois teria sido melhor?”

A palavra foi dita, mas poderia ter sido melhor dita, ou até mesmo poderia ser outra palavra. Mas, não tínhamos nada para mudar tal situação. Somente depois, por entender melhor a situação, é que analisamos que poderíamos ter feito diferente. Essa é a ação do Espírito em nossas vidas.

Ou Ele nos dá uma palavra melhor, mas tendo como base o que já temos. Ou Ele nos esclarece a situação em que estamos, e nós conseguimos entregar uma melhor palavra naquela oportunidade.

Como já disse em nossa LIVE: “O Espírito Santo não usa da nossa irresponsabilidade com os estudos para nos abençoar”. Por conta da sua santidade e justiça, é mais justo para ele, mudar de vaso do que manchar o seu nome com a nossa irresponsabilidade, acreditando que tornando-nos relapsos com a sua Palavra Ele continuará nos ajudando em nossas fraquezas ministeriais.

Os segredos da Palavra que já foram revelados a nós necessitam ser compreendidos com clareza através da nossa meditação. Através de uma mente perfeita. A mente de Cristo em nós. E esta mente de Cristo em nós, nada mais é do que a Palavra de Cristo em nós, dominando todo o nosso ser.

Razões da Necessidade de Estudar Teologia

Diante de motivos aparentemente justos para os que decidem guiar-se por eles, temos o contraditório da Palavra do próprio Deus, nos orientando na contramão dessas justificativas que são infrutíferas e prejudiciais ao bom desenvolvimento e amadurecimento do cristão.

O Princípio do Conhecer ao Senhor

Há uma diferença entre conhecer sobre o Senhor e conhecer ao Senhor. Os que conhecem sobre o Senhor são aqueles que já ouviram falar, ouviram algumas pregações, assistiram alguns vídeos no Youtube, leram alguns livros evangélicos, ou até mesmo leram a Bíblia. Mas, apenas isso.

Ouviram relatos sobre o Senhor. E essa é uma posição espiritual muito aquém daqueles que realmente conhecem ao Senhor.

O profeta Oséias diz que precisamos conhecer ao Senhor e continuarmos crescendo neste conhecimento, pois somente o conhecimento contínuo e um relacionamento mais próximo – fundamentado no conhecimento – é capaz de produzir em nós bênçãos como a chuva serôdia, ou seja, mesmo quando menos esperarmos, o conhecimento do Senhor em nós produzirá bênçãos inefáveis.

O Princípio da Revelação Divina

A principal e mais segura revelação de Deus é pela sua Palavra. Deus revela-se através da sua Palavra em toda a intensidade possível e compreensível ao homem.

SPROUL diz que

“A teologia sistemática está baseada em algumas premissas. A primeira é a de que Deus revelou-se a si mesmo não somente na natureza, mas também por meio dos escritos dos profetas e dos apóstolos e que a Bíblia é a Palavra de Deus. É teologia par excellence. É o completo logos de theos.”

Deus se revela e deseja que nós o “achemos” através desta revelação, pois é a partir do nosso “achado” de Deus que passamos a compreendê-lo. Nenhum cristão pode dizer que conhecer a Deus, sem antes tê-lo encontrado.

A bem da verdade, por exemplo, só podemos dizer que conhecemos determinadas personalidades que foram importantes durante a história do Cristianismo – Spurgeon, Wesley, Knox, Billy Graham, Agostinho, Tomás de Aquino, Lutero e muitos outros – quando conhecemos as suas obras, as suas palavras, os seus pensamentos.

Da mesma forma em relação a Deus. Precisamos conhecer a sua completa revelação para afirmarmos que conhecemos o Senhor.

O Princípio da Segurança da Revelação

O apóstolo Paulo nos afirma categoricamente que Deus se revela ao homem através da sua mente, da natureza e da sua Palavra, ou do seu Evangelho. São elementos importantes no processo de conhecer a Deus.

Entretanto, temos 2 problemas substanciais e de primeira grandeza nesse processo da revelação divina.

  1. Primeiro, a natureza é subjugada pelo homem pecador, distante de Deus, e ela responde às ações do homem de formas variadas. Ela reage à atuação arbitrária do homem sobre os seus elementos. E muitas vezes as respostas, não são exatamente uma resposta divina ao homem, mas apenas uma reação natural à uma “ação deletéria” do homem contra natureza.
    • É comum, acreditarmos que desastres naturais são intervenções – ou castigos divinos – dados ao homem. Mas, podem ser apenas uma reação da natureza à agressão do homem. Deus apenas permitiu os resultados.
  2. Segundo, a nossa mente está totalmente imersa em um ambiente de natureza humana pecaminosa, ainda em processo de santificação e futura glorificação. Isto é suficiente para nos confirmar que mesmo Deus revelando-se ao homem pela sua consciência, pode ser muitas vezes confundido por situações semelhantes à manifestação divina, e acreditar como verdadeiro.

Isso é um problema sério.

Sendo assim, a única forma que temos de confirmar – ou não – tais manifestações da natureza ou da consciência – é pela Palavra de Deus, a mais completa, clara e profunda revelação de Deus ao homem.

O Princípio do Crescimento Espiritual

Todo crescimento demanda alimento. Todo desenvolvimento exige processo.

O crescimento espiritual segue a mesma regra racional e lógica do crescimento e desenvolvimento do homem. Necessário é o alimento para que haja crescimento.

O apóstolo Paulo escrevendo aos irmãos em Corinto, repreende-os por sua atitude infantil de ainda necessitarem do leite, pois não haviam se preocupado com o aprendizado e crescimento na Palavra, tanto quanto estavam preocupados com os dons, mas que isso estava gerando confusão e contendas dentro da comunidade cristã.

O escritor aos Hebreus – Paulo novamente? – traz a mesma repreensão. Os crentes eram meninos, fracos e precisando de discipulado, pois mesmo já havendo passado tempo hábil para o desenvolvimento dos mesmos, ao ponto de já serem mestres, ainda necessitava retomar os fundamentos, pois estavam vivendo a fé, mas sem crescimento, aprofundamento e amadurecimento.

Escrevendo aos irmão em Éfeso, Paulo vai dizer no capítulo 4, que os dons ministeriais distribuídos na Igreja é para alcançar 8 objetivos muito claros na comunidade dos salvos.

  1. Aperfeiçoamento dos santos;
  2. Desenvolvimento de habilidades ministeriais;
  3. Edificação do corpo de Cristo;
  4. Unidade da fé;
  5. Conhecimento do Filho de Deus;
  6. Homem perfeito;
  7. Alcançar a medida da estatura completa de Cristo;
  8. Não sermos como meninos inconstantes, indecisos.

E, para fechar a lista do que ele deseja que não sejamos, acrescenta:

  • Que não sejamos levados em roda por todo vento de doutrina, ou seja, ele não quer que sejamos pegos pelas doutrinas e nos embaracemos com elas, ao ponto de não voltarmos mais à nossa fé cristã, ou mesmo se voltarmos, que não retornemos desestruturados espiritualmente.

O Princípio da Argumentação em Favor de Deus

Você já parou para pensar como é grande a responsabilidade de falar sobre Deus e sobre a sua Palavra? Pedro diz que nós precisamos ter conhecimento e razões suficientes para explicarmos sobre a nossa fé.

Todo dia enfrentamos as filosofias humanistas, ateístas, teorias anticristãs e muito mais. E o grande objetivo de todas essas filosofias seculares, mundanas e diabólicas é combater contra a fé cristã, prevendo a possibilidade de torná-la insuficiente, indesejável, desacreditada, inoportuna e imprópria para essa pós-modernidade em que vivemos.

Você cristão tem uma responsabilidade colossal: desenvolver argumentos consistentes em favor das verdades de Deus.

Qual tem sido a sua posição em relação a isso. Não é brincadeira. Não é negociável. E também não é fácil, como muitos acreditam.

Exige esforço, dedicação e uma mente esperançosa no porvir e nas benesses do galardão que recebemos por todo o nosso responsável e justo trabalho em favor do Reino de Deus.

O Princípio da Sã Doutrina

Quantas vezes já pregamos heresias durante a nossa carreira cristã?

Quantas vezes já ouvimos heresias serem pregadas nos púlpitos das igrejas onde nos congregamos?

E você deseja ser mais um a participar dessas “gafes”? Uma coisa é pregarmos um ensino distorcido, por falta de conhecimento. Outra coisa bem distinto é continuarmos pregando esses erros, simplesmente porque não queremos compromisso com o estudo sério dos assuntos do Reino, colocando a responsabilidade em outras pessoas, quando ela também é nossa.

E pior ainda, é fazermos um trabalho menos interessante, pela simples idéia de que assim também não precisamos nos preparar cada vez mais, afinal, o trabalho que estamos fazendo é “meia-boca”, é de qualquer jeito, é sem importância. É apenas para não ficar parado.

Se você pensa nestas condições, lembre-se também de um determinado julgamento chamado Tribunal de Cristo, onde seremos julgados pelas nossas obras como cristãos, em favor do Reino. O que você pode estar perdendo naquele julgamento de forma antecipada?

Portanto, invista cada vez mais em conhecimento e aprofunde o seu relacionamento e atuação em favor do Reino de Deus.

Você deseja tornar-se um cristão aprovado e um obreiro que maneja bem a Palavra da Verdade?

Você deseja conhecer com muito mais profundidade a Palavra de Deus e tornar-se um teólogo atuante e com mais aprofundado nos mistérios de Deus, compreendendo sobre as doutrinas cristãs e as verdades espirituais que afligem a humanidade?

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