Evangelhos: Porque devemos confiar nestes livros?

Porque confiar nos Evangelhos?

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Os evangelhos são um conjunto de quatro livros do Novo Testamento da Bíblia Cristã que registram a vida, ministério, morte e ressurreição de Jesus Cristo. Eles são chamados de Mateus, Marcos, Lucas e João e, por isso, são considerados pelos cristãos como alguns dos textos mais importantes e sagrados da religião.

Dessa forma, os evangelhos apresentam diferentes perspectivas sobre a vida de Jesus, seus ensinamentos e milagres.

Características dos Evangelhos

O evangelho de Mateus é frequentemente considerado o mais estruturado e organizado, enquanto o evangelho de Marcos é conhecido por seu ritmo rápido e estilo narrativo. O evangelho de Lucas apresenta uma ênfase na compaixão e no cuidado pelos outros, enquanto o evangelho de João enfatiza a natureza divina de Jesus.

Os quatro evangelhos foram escritos por autores diferentes em momentos diferentes, com os estudiosos acreditando que eles foram escritos entre os anos 70 e 100 d.C. Eles foram originalmente escritos em grego e foram amplamente difundidos nas primeiras comunidades cristãs.

Consequentemente, podemos entender porque os evangelhos são considerados como uma fonte valiosa de ensinamentos espirituais e éticos, fornecendo orientação sobre como os cristãos devem viver suas vidas. Desta forma, eles são usados como base para sermões, estudos bíblicos e como orientação para uma vida verdadeiramente cristã.

Contexto Social dos Evangelhos

Os evangelhos foram escritos em um contexto histórico, geográfico e cultural específico que influenciou suas características. Portanto, abaixo estão algumas das principais características históricas, geográficas e culturais dos evangelhos:

Contexto Histórico

Os evangelhos foram escritos durante o período romano, quando a Palestina estava sob o domínio do Império Romano. Este foi um período de tensão política, social e religiosa. O Império Romano permitia alguma liberdade religiosa, mas também exigia lealdade ao imperador. Os judeus estavam sob pressão para se adaptarem ao domínio romano, e muitos acreditavam que um Messias surgiria para libertá-los do domínio romano.

Contexto Geográfico

A maioria dos eventos descritos nos evangelhos ocorreu na Palestina, uma região situada no Oriente Médio, que incluía a Judéia, a Galiléia e a Samaria. A região era uma encruzilhada de rotas comerciais importantes e tinha uma mistura de culturas e religiões. Alguns lugares importantes mencionados nos evangelhos incluem Jerusalém, Belém, Nazaré, Cafarnaum e o Mar da Galiléia.

Contexto Cultural

A cultura palestina durante o período romano era influenciada pelo judaísmo e pelo helenismo (a cultura grega). Os judeus tinham leis e tradições específicas que influenciavam sua vida cotidiana, incluindo o sábado como um dia sagrado e a circuncisão masculina. O helenismo, por outro lado, havia introduzido ideias e práticas da cultura grega, como a filosofia e a educação.

Características Literárias

Cada um dos quatro evangelhos tem seu próprio estilo literário e suas próprias ênfases teológicas. Mateus, por exemplo, tem um foco em como Jesus cumpre as profecias do Antigo Testamento, enquanto Marcos é conhecido por seu ritmo acelerado e seu estilo narrativo. Lucas tem um foco em compaixão e cuidado pelos outros, enquanto João enfatiza a divindade de Jesus.

Audiência

Cada evangelho foi escrito para uma audiência específica. Mateus, por exemplo, foi escrito para judeus que haviam se tornado cristãos, enquanto Lucas foi escrito para um público gentio (não-judeu). Isso afetou o estilo e a mensagem de cada evangelho.

Os Milagres nos Evangelhos

Existem vários milagres que são registrados em todos os quatro evangelhos. Abaixo estão alguns exemplos:

Multiplicação dos pães e peixes

Jesus alimentou uma multidão de pessoas com apenas alguns pães e peixes. Esse milagre é registrado em Mateus 14:13-21, Marcos 6:30-44, Lucas 9:10-17 e João 6:1-14.

Curas de cegos

Jesus curou muitas pessoas cegas em seus ministérios. Alguns exemplos incluem a cura do cego Bartimeu em Jericó (Mateus 20:29-34, Marcos 10:46-52, Lucas 18:35-43) e a cura do cego de nascença em Jerusalém (João 9).

Cura de leprosos

Jesus também curou várias pessoas com lepra, uma doença que era considerada incurável na época. Isso inclui a cura dos dez leprosos em Lucas 17:11-19 e a cura de um leproso não identificado em Mateus 8:1-4, Marcos 1:40-45 e Lucas 5:12-16.

Ressurreições

Jesus também ressuscitou várias pessoas, incluindo a filha de Jairo (Mateus 9:18-26, Marcos 5:21-43, Lucas 8:40-56) e o irmão de Marta e Maria, Lázaro (João 11).

Caminhar sobre a água

Jesus caminhou sobre a água para alcançar seus discípulos que estavam em um barco no Mar da Galiléia. Esse milagre é registrado em Mateus 14:22-33, Marcos 6:45-52 e João 6:16-21.

Jesus: Um eloqüente e divino orador

Jesus proferiu muitos discursos durante o seu ministério, mas há alguns que são considerados mais importantes por sua mensagem e impacto, sendo assim, listamos alguns dos principais discursos de Jesus registrados nos evangelhos:

Sermão da Montanha

O Sermão da Montanha é provavelmente o mais conhecido dos discursos de Jesus e é registrado em Mateus 5-7. Nele, Jesus apresenta os ensinamentos centrais do seu ministério, incluindo as bem-aventuranças, a importância da justiça e do amor ao próximo e a necessidade de buscar primeiro o Reino de Deus.

Discurso sobre o Pão da Vida

Jesus proferiu esse discurso em João 6, após ter alimentado uma multidão de pessoas com pães e peixes. Nele, Jesus fala sobre a sua identidade como o pão da vida e a necessidade de se alimentar dele para obter vida eterna.

Discurso sobre o Fim dos Tempos

Jesus proferiu esse discurso em Mateus 24 e 25, em resposta à pergunta dos seus discípulos sobre quando ele retornaria e o que aconteceria no fim dos tempos. Nesse discurso, Jesus fala sobre os sinais do fim, a necessidade de vigilância e preparação, e sobre o julgamento final.

Discurso de despedida

Jesus proferiu esse discurso durante a última ceia, registrada em João 13-17. Nele, Jesus fala sobre o amor, a unidade e a necessidade de seus discípulos permanecerem firmes em sua fé após a sua partida.

Discurso aos discípulos no Monte das Oliveiras

Jesus proferiu esse discurso em Mateus 24 e 25, Marcos 13 e Lucas 21, após sair do templo pela última vez. Nele, Jesus fala sobre os sinais do fim dos tempos, a perseguição que os seus seguidores enfrentariam e a sua segunda vinda.

Esses discursos de Jesus são considerados importantes por sua mensagem e impacto na teologia cristã. Eles apresentam os ensinamentos e a visão de Jesus para seus discípulos e para o mundo.

Porque temos 4 Evangelhos?

Existem várias razões pelas quais temos quatro evangelhos em vez de apenas um, por isso, abaixo estão algumas das principais razões:

Diferentes perspectivas e audiências

Cada evangelho foi escrito por um autor diferente para uma audiência diferente, o que significa que cada um tem uma perspectiva única sobre a vida e os ensinamentos de Jesus. Mateus, por exemplo, foi escrito para uma audiência judaica e destaca a relação de Jesus com a tradição judaica, enquanto João foi escrito para uma audiência gentílica e enfatiza a divindade de Jesus.

Complementaridade dos relatos

Embora haja sobreposição nos relatos dos quatro evangelhos, cada um apresenta informações exclusivas que complementam os outros. Por exemplo, apenas em Lucas encontramos a história do filho pródigo, enquanto apenas em João encontramos a história da mulher no poço. Juntos, esses relatos fornecem uma visão mais completa da vida e dos ensinamentos de Jesus.

Verificação dos relatos

A existência de múltiplos evangelhos, cada um escrito independentemente dos outros, permite que os relatos sejam verificados e validados. Se houvesse apenas um evangelho, seria mais fácil questionar sua veracidade. Mas, com quatro relatos independentes, a probabilidade de que todas as histórias sejam inventadas ou falsificadas é muito menor.

Proteção contra heresias

A existência de quatro evangelhos, cada um considerado canônico pela igreja primitiva, ajudou a proteger contra a propagação de heresias. Se houvesse apenas um evangelho, seria mais fácil para indivíduos ou grupos alterarem ou reinterpretarem o texto para atender a suas próprias agendas. Mas, com quatro evangelhos independentes e reconhecidos pela igreja, é mais difícil alterar a mensagem original.

Essas são algumas das principais razões pelas quais temos quatro evangelhos. Juntos, eles fornecem uma visão mais completa e autêntica da vida e dos ensinamentos de Jesus, permitindo que os leitores obtenham uma compreensão mais profunda e abrangente do cristianismo.

Qual a importância dos Evangelhos no contexto geral da Bíblia?

Os evangelhos são um dos quatro tipos de escrituras encontrados no Novo Testamento da Bíblia cristã, que também inclui as Epístolas (ou Cartas) e o livro do Apocalipse. Embora os evangelhos tenham sido escritos depois que muitas outras partes do Novo Testamento foram escritas, eles têm uma relação intrínseca com o restante da Bíblia.

Em primeiro lugar, os evangelhos são uma continuação direta do Antigo Testamento da Bíblia, que inclui muitas profecias e promessas sobre a vinda do Messias (ou Salvador) que seriam cumpridas em Jesus Cristo. Os evangelhos, portanto, contêm o cumprimento dessas profecias, bem como a revelação de como a salvação prometida por Deus por meio do Messias é alcançada.

Além disso, os evangelhos têm uma relação próxima com o restante do Novo Testamento, que inclui as epístolas (cartas) escritas pelos apóstolos e outros seguidores de Jesus. As epístolas fornecem uma explicação mais detalhada de muitos dos ensinamentos de Jesus encontrados nos evangelhos, bem como instruções sobre como os cristãos devem viver suas vidas de acordo com esses ensinamentos.

Por fim, o livro do Apocalipse, também encontrado no Novo Testamento, revela o futuro final de todas as coisas, incluindo a segunda vinda de Jesus e o julgamento final. Os evangelhos, portanto, são uma parte importante da história da salvação revelada na Bíblia, e sua mensagem é fundamental para a fé cristã como um todo.

Porque devemos confiar nos Evangelhos?

A questão de confiar nos relatos dos evangelhos é importante para muitos cristãos e pessoas em geral que desejam entender e seguir os ensinamentos de Jesus. Existem várias razões pelas quais podemos confiar nos relatos dos evangelhos:

Testemunho de testemunhas oculares

Os evangelhos foram escritos por pessoas que estavam lá para testemunhar os eventos descritos. Por exemplo, Mateus e João eram apóstolos de Jesus, enquanto Marcos era um discípulo de Pedro e Lucas era um médico e companheiro de Paulo. Eles estavam presentes durante os eventos que descrevem e, como testemunhas oculares, podem fornecer informações precisas sobre o que aconteceu.

Tradição oral

Antes de serem escritos, os relatos dos evangelhos foram transmitidos oralmente por muitos anos. Essa tradição oral garantiu que a mensagem original fosse preservada e transmitida com precisão. A precisão dos relatos orais é apoiada pelo fato de que as pessoas na época da cultura bíblica eram altamente dependentes da memória para transmitir informações, devido à falta de tecnologias modernas de escrita e registro.

Consistência entre os evangelhos

Embora os evangelhos apresentem diferenças em detalhes específicos, eles são consistentes em sua mensagem central sobre Jesus e sua vida e ensinamentos. Isso sugere que os evangelhos não são uma invenção ou um mito, mas sim relatos históricos confiáveis.

Aceitação pela comunidade cristã primitiva

Os quatro evangelhos foram aceitos pela comunidade cristã primitiva como escrituras sagradas. Isso sugere que esses relatos foram considerados confiáveis e dignos de serem incluídos no cânon do Novo Testamento.

Apoio arqueológico e histórico

Vários eventos descritos nos evangelhos foram apoiados por evidências arqueológicas e históricas. Por exemplo, a existência de Pilatos como governador romano da Judéia e a crucificação como um método de execução na época de Jesus foram comprovadas por evidências fora da Bíblia.

Transformação pessoal

Muitas pessoas relatam que suas vidas foram transformadas ao ler e aplicar os ensinamentos dos evangelhos em suas vidas. Isso sugere que os relatos têm um poder espiritual e prático que é digno de confiança.

Em resumo, existem várias razões pelas quais podemos confiar nos relatos dos evangelhos. A combinação de testemunhos oculares, tradição oral, consistência entre os relatos, aceitação pela comunidade cristã primitiva, apoio arqueológico e histórico e transformação pessoal fornece uma base sólida para a confiança nos relatos dos evangelhos.

Descobertas arqueológicas que confirmam os Evangelhos

Existem muitas descobertas arqueológicas que fornecem evidências que confirmam a história dos evangelhos e a veracidade dos eventos relatados neles. Aqui estão alguns exemplos de descobertas arqueológicas recentes:

A Casa de Pedro em Cafarnaum

Em 2019, os arqueólogos descobriram uma casa em Cafarnaum, uma cidade no norte de Israel, que se acredita ter pertencido a Pedro. A casa foi encontrada sob uma igreja do século V e contém um altar de pedra que sugere que foi usada como uma igreja doméstica pelos primeiros cristãos. A descoberta fornece evidências arqueológicas de que Pedro pode ter vivido em Cafarnaum, como é descrito nos evangelhos.

Cilício de Paulo

O apóstolo Paulo, que escreveu muitos dos livros do Novo Testamento, incluindo cartas para as igrejas da Galácia, Filipos e Tessalônica, menciona em suas cartas que ele usava um cilício (uma espécie de cinto feito de cabelo de cabra) como um ato de auto-disciplina. Em 2009, os arqueólogos descobriram um cilício em uma caverna na Cilícia, região onde Paulo nasceu. Embora não seja possível provar que o cilício pertenceu a Paulo, a descoberta fornece evidências arqueológicas que corroboram a prática do uso de cilício na época de Paulo.

Sinagoga de Magdala

Em 2009, os arqueólogos descobriram uma sinagoga em Magdala, uma cidade na Galileia, onde Maria Madalena pode ter vivido. A sinagoga data do primeiro século e contém um mosaico com uma imagem de um cálice e pão, que é semelhante à descrição da Última Ceia nos evangelhos. A descoberta fornece evidências arqueológicas de que as histórias contadas nos evangelhos podem ter uma base histórica sólida.

A Pedra de Pilatos

Em 1961, uma pedra com uma inscrição em latim foi descoberta em Cesareia Marítima, uma cidade costeira no norte de Israel. A inscrição menciona o nome de Pilatos como sendo “Prefeito da Judéia”, fornecendo evidências arqueológicas da existência de Pilatos como governador romano na época em que Jesus foi crucificado, como é descrito nos evangelhos.

Essas descobertas arqueológicas são apenas algumas das muitas que fornecem evidências arqueológicas e históricas que confirmam a história dos evangelhos e a veracidade dos eventos descritos neles. A arqueologia continua sendo uma ferramenta importante para entender melhor a história bíblica e a vida e os ensinamentos de Jesus.

A importância da leitura dos Evangelhos

A leitura e a meditação nos evangelhos são atividades importantes para os cristãos em todo o mundo. Os evangelhos – Mateus, Marcos, Lucas e João – são os principais registros da vida, ensinamentos e milagres de Jesus Cristo. Eles fornecem uma visão única da mensagem e missão de Cristo, e seu estudo e meditação podem ajudar a fortalecer a fé e a conexão com Deus.

A leitura dos evangelhos pode ser uma experiência poderosa e transformadora. Ao mergulhar nas palavras de Cristo, os leitores são confrontados com verdades profundas e desafiadoras sobre o amor de Deus e o propósito da vida. Através da leitura, os cristãos são capazes de aprender sobre a natureza de Deus e as maneiras pelas quais Ele trabalha em suas vidas.

Além disso, a leitura dos evangelhos pode ajudar a criar uma comunidade de crentes mais unidos. Quando os membros de uma comunidade compartilham a mesma base de conhecimento e compreensão dos ensinamentos de Cristo, eles são capazes de se apoiar mutuamente em sua fé e crescer juntos espiritualmente.

A meditação também é obrigatória

É importante que os cristãos também meditem sobre as palavras de Cristo e permitam que a mensagem dos evangelhos penetre em seus corações e mentes. A meditação envolve mais do que apenas refletir sobre as palavras escritas; é um processo ativo que envolve a concentração em uma única palavra ou frase, seguida de reflexão sobre seu significado mais profundo.

A meditação nos evangelhos pode ajudar os crentes a entender melhor a vontade de Deus para suas vidas. A meditação também pode ajudar a desenvolver a paciência e a humildade. Isso pode ser um processo desafiador, mas também pode levar a um maior senso de paz e tranquilidade.

Além disso, a meditação nos evangelhos pode ajudar a desenvolver a gratidão e o amor pelos outros. Ao meditar sobre as palavras de Cristo, os crentes são lembrados do amor e da compaixão que Ele demonstrou pelos outros, mesmo aqueles que eram diferentes de Si mesmo. Isso pode inspirar os crentes a buscar ativamente maneiras de ajudar e servir aos outros em suas próprias vidas.

Como manter uma rotina de meditação nos Evangelhos?

Para aqueles que desejam incorporar a leitura e meditação dos evangelhos em sua vida diária, há várias maneiras de começar. Uma opção é participar de um estudo bíblico em grupo ou em uma comunidade religiosa local. Esses estudos podem fornecer uma oportunidade para compartilhar insights e aprender com os outros, além de fornecer suporte e encorajamento durante o processo de meditação.

Outra opção é estabelecer uma rotina diária de leitura e meditação pessoal. Isso pode envolver a leitura de um capítulo do evangelho a cada dia, seguido de um período de meditação sobre as palavras lidas. É importante encontrar um momento e lugar tranquilos para se concentrar completamente na leitura e meditação.

Também é útil manter um diário de oração ou registro de pensamentos e reflexões enquanto se lê e medita nos evangelhos. Isso pode ajudar a acompanhar o progresso espiritual e refletir sobre o que foi aprendido e aplicado em sua vida diária.

Além disso, é importante lembrar que a leitura e meditação nos evangelhos são uma jornada contínua e não uma tarefa única. É importante estar aberto a novas ideias e compreensões à medida que se estuda e medita nas palavras de Cristo.

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